domingo, 10 de outubro de 2021

UMA ESCADA QUE DESÁGUA NO SILÊNCIO


 

” Milton Rezende é um poeta do desvelamento. Sua principal característica é enfrentar a objetividade ruidosa e dispersa das coisas, da rotina, do comum e arrancar um sentido novo. Em Uma Escada que Deságua no Silêncio, o objeto limado pelo autor é o território bruto e confuso da memória.
Dessa forma, o autor evoca o aprofundamento aos temas básicos da condição humana: a solidão, o amor e a morte. Embora recorrentes, é verdade, no caso de Uma Escada que Deságua no Silêncio não pecam pela banalização ou gratuidade sentimentalista; dialogam com emanações da memória de forma dialética e, por vezes, produzem impasses. Nessa batalha o autor atinge o limite possível da expressão poética encarnando densidade, conteúdo e tratamento estético conciso.”

FICHA TÉCNICA:

EDITORA MULTIFOCO

Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.

EDITOR:

Marcos Vinicius Almeida

CAPA

Guilherme Peres

FOTO DO AUTOR

R & A Foto e Vídeo

TEXTO DA 4ª CAPA

Carlos Águia

REVISÃO

Milton Rezende

DIAGRAMAÇÃO

Fernanda Hubacher

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende

                                          de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

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