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quinta-feira, 1 de junho de 2023
COLETÂNEA CEMITERIAL
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segunda-feira, 18 de outubro de 2021
A CASA IMPROVISADA
Eu achava que gostava de nadar, mas nunca
aprendi e sempre afogava. Desisti. Passei a interessar-me por pescaria e ainda
hoje, de vez em quando, gosto de pescar. Mas não sou bom pescador e não tenho
nenhuma história pra contar, nem que seja de mentira. Resolvi então andar a
cavalo e levei alguns tombos. Mudei de fase. Comecei a soltar pipas e papagaios
e estou nessa até hoje, escrevendo e publicando livros presos a uma linha de
barbante. Houve um tempo em que eu me imaginava compositor e não um poeta.
Misturei tudo e acabei não sendo uma coisa nem outra, embora continue
escrevendo. Ganhei um violão e com ele pensava conquistar o mundo, como tinham
feito os Beatles, mas não passei dos primeiros acordes. Sempre fui e continuo
sendo um idealista, embora tenha perdido todas as certezas ao longo do caminho.
Reconheço que somos movidos a paixões, mas Sartre já advertia “que não é tarefa
fácil amar alguém. É preciso ter uma energia, uma curiosidade, uma cegueira...
há até um momento, bem no início, em que é preciso saltar por cima de um
precipício: se refletimos, não o fazemos”. E ele conclui dizendo que nunca mais
saltaria. Compete a nós a decisão e a escolha sobre todos esses pulos no escuro
da vida. Em qualquer caso, resta-nos sempre a literatura.
************
Capa comum: 126 páginas
Ano: 2019
ISBN: 978-85-5833-570-6
Idioma: português
Preço e onde comprar:
R$ 52,00 (incluindo o frete). Direto com o
autor pelos e-mail:
milton.rezende@yahoo.com.br
Formas de pagamento: depósito e
transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX
Sobre o autor:
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de
Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”,
de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).
www.miltoncarlosrezende.com.br
domingo, 17 de outubro de 2021
MAIS UMA XÍCARA DE CAFÉ (one more cup of coffee)
“Trata-se de notas
e apontamentos, sequenciados no tempo e no espaço, numa prosa de ficção ou
prosa poética em que o autor se revela nas ascensões e quedas cotidianas,
próprias ao ser humano quando este se encontra imerso num caos emocional onde tudo
se dissolve e mistura.
Aqui não se encontra um enredo definido ou, dito de outra forma, o enredo é a
própria vida do narrador que vai se delineando, se desdobrando e sofrendo as
inflexões específicas e contraditórias da sua sensibilidade. “
Capa comum: 204
páginas
Ano: 2017
ISBN: 978-85-5833-273-6
Idioma: Português
Preço e
onde comprar:
R$ 36,00 + 10,00 (frete dos correios) = 46,00. Direto com o
autor pelos e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br
Formas de
pagamento:
Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa
Federal) ou PIX
Sobre o
autor:
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de
Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”,
de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).
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sábado, 16 de outubro de 2021
A MAGIA E A ARTE DOS CEMITÉRIOS
“O autor deste livro realizou, a meu ver, uma curiosa e estranha síntese da inteligência e do obscurantismo. Foi a impressão que me ficou e veio de chofre. Admirei a inteligência e, ao mesmo tempo, o obscurantismo na elaboração do tema que às vezes resvala para o pitoresco, o macabro e as significações ocultas. É um assunto interessante, sem dúvida, mas cheio de dificuldades e armadilhas para o pesquisador mais afoito. No entanto, o autor – não sendo um professor, teórico ou acadêmico – consegue a proeza de contornar os obstáculos com a maestria de um poeta.
Por que escrever sobre a morte, os cemitérios e
as suas paisagens desoladas de cruzes e sepulturas? Simplesmente porque alguém
tem que fazê-lo. E há, naturalmente, toda a magia e um grande mistério envolvendo
o assunto. Não dá mesmo para fugir dele, contornar, fingir que não existe.
Acontece todos os dias e com todas as pessoas: a realidade e a presença da
morte estão sempre aí, desafiando os nossos medos e a nossa compreensão da
vida.
E há também a arte tumular, secular maneira de
prestar homenagem aos entes queridos que se foram. De onde vem isso? O livro
tenta responder a questão e, para tanto, procura diversas abordagens possíveis
num elenco de inesgotáveis possibilidades: cultural, artística, histórica,
psicológica, sociológica, antropológica, religiosa, filosófica e existencial.
Há de tudo aqui, numa mistura multidisciplinar de permanente diálogo entre as
vertentes do pensamento. “
Capa comum: 220 páginas
Ano: 2014
ISBN: 978-85-8406-0047
Idioma: Português
Preço e onde comprar:
R$ 55,00 (incluindo o frete). Direto com o
autor pelo e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br
Formas de pagamento:
Depósito e transferência bancária (Banco do
Brasil e Caixa Federal) ou PIX
Sobre o autor:
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e
inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux,
2015).
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sexta-feira, 15 de outubro de 2021
TEXTOS E ENSAIOS
“Textos
e Ensaios” tendo como apêndice “Pensamentos de Juventude” são, como o próprio
nome diz, textos, ensaios e pensamentos escritos entre os anos de 1979 a 2011,
na juventude e na vida adulta do autor e publicados em formato livro no ano de 2012,
através da Editora Multifoco.
Antes, em sua grande maioria, eles já haviam
sido publicados em jornais, revistas, blogs e sites de literatura pelo Brasil
afora, adentrando mundos na treva espessa.
Há uma certa temporalidade e urgência nestes
escritos, mas as datas soam como referências e não chegam a ser datadas no
sentido de perderem a validade argumentativa do debate.
São questões que indagamos sempre mesmo que não
se tenha explicações ou definições plausíveis. Na pior das hipóteses são
exercícios feitos em prosa no meio do vazio e do sem-sentido da existência
humana. A lua escura sabe.“
FICHA
TÉCNICA:
EDITORA MULTIFOCO
Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.
EDIÇÃO
Marcos Vinícius Almeida
APRESENTAÇÃO
Outro Silva
REVISÃO
Milton Rezende
CAPA E
DIAGRAMAÇÃO
Guilherme Peres
CONTATO
milton.rezende@yahoo.com.br
Textos e
Ensaios
REZENDE, Milton
1ª Edição
Abril de 2012
ISBN: 978-85-7961-823-9
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e
inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux,
2015).
www.miltoncarlosrezende.com.br
quinta-feira, 14 de outubro de 2021
DE SÃO SEBASTIÃO DOS AFLITOS A ERVÁLIA - UMA INTRODUÇÃO
“Milton Rezende, 44, ervalense, depois de muito
pesquisar e após dois anos de trabalho ininterrupto concluiu e agora publica o
1º livro sobre a história de Ervália, município situado na Zona da Mata
Mineira.
Trata-se de um ensaio histórico/literário
amplamente ilustrado com fotos, quadros, desenhos, mapas, croquis e que, ao
longo de suas 300 páginas, traça um painel abrangente (ainda que introdutório)
de sua terra natal desde os seus primórdios, no século XVII até os dias atuais.
O livro, que traz a apresentação do poeta e
tradutor Ivo Barroso, também filho da terra, conta ainda com o patrocínio da
prefeitura local e de duas empresas sediadas em Santa Catarina – SC e
pertencentes aos irmãos, Gilmar e José Élson, eles também ervalenses de
nascimento e coração.
O autor já publicou quatro livros de poemas: O
Acaso das Manhãs, Areia (À Fragmentação da Pedra), Inventário de Sombras e A
Sentinela em Fuga e Outras Ausências e esta é a sua primeira incursão pela
prosa.
A presente obra encontra-se dividida em
capítulos, anexos, iconografia, apêndice e faz referências ao folclore local e
seus personagens inesquecíveis. Mescla passado e presente e tenta projetar o
futuro, numa permanente busca de uma síntese meio que impossível, mas que é
continuamente tentada pelos homens.
Neste livro encontra-se ainda uma pequena
antologia de poemas sobre Ervália e escritos por autores ervalenses de
diferentes épocas e estilos. Há também letras de música e o vento que sopra do
Monumento ao Santo Cristo, numa coreografia de coqueiros.“
Capa comum: 300 páginas
Ano: 2006
ISBN: 85-98026-09-03
Idioma:
Português
Editora; Templo
Preço e
onde comprar:
R$ 55,00 (frete incluso). Direto com o autor pelos e-mails: milton.rezende@yahoo.com.br
Formas de
pagamento:
Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa
Federal) ou PIX
Sobre o
autor:
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e
inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux,
2015).
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terça-feira, 12 de outubro de 2021
UM ANDARILHO DENTRO DE CASA
Milton Rezende
expressa na sua poesia os lados latentes do seu espírito, o qual não
encontraria outros caminhos para existir, a não ser quando revelados em
sua forma pura, desnudada pelas palavras. O raciocínio poético utilizado
por Milton não joga demasiadamente com as palavras, pelo contrário, diz
exatamente o que se intenta entender nos primeiros contatos com sua
poesia. Milton diz da dificuldade em conciliar seus paradigmas de homem
rural com as novas ideias propagadas por uma juventude que pensa entender
de tudo. Por este olhar, o poeta afirma ter preferência por sua sabedoria
pragmática, ainda que ela seja de fato exposta a fraudulência. No
poema “Alzheimer preventivo” o poeta desabafa o peso que sente pelo
julgamento externo, e encontra na transfiguração dos seus sentimentos para
as palavras o refúgio contra a maldade dos homens. Já em “Medo
de...de/decair” o tema da morte faz-se presente na convicção de que o fim
do ser é a ausência de dor, e também de que o homem não deve lutar contra
o poder impositivo da morte, ainda mais quando é ela o anestésico contra a
dolorosa vida. Os temas para este escritor são diversos e sempre expostos
sem mascaramento pela escolha de palavras simples com poder de formar
sua narrativa poética sem o comprometimento de seu entendimento.
“1986 – 2016: trinta anos da poesia andarilha de Milton Rezende. Um
marco e ao mesmo tempo um desafio. Como seguir adiante sob o peso destes dez
livros publicados? Uma vida se transcorreu nesse intervalo debaixo da chuva ou
em dias de sol, mas, na verdade, ao pé da letra, não se saiu muito do lugar de
onde se começou a andar, em círculos concêntricos de perplexidade. A literatura
é cíclica e ainda hoje nos convida a seguir as mesmas trilhas com as questões
que nos motivaram. O negócio é seguir caminhando, andarilho sem causa, à beira
do caminho, no meio dos atalhos de pedra e de sonhos. “
FICHA TÉCNICA:
EDITORA
PENALUX: Guaratinguetá – SP
EDIÇÃO: França & Gory
REVISÃO: Francisco de Assis Campos; Maria José Rezende
Campos
CONCEPÇÃO DE CAPA E CONTRACAPA: Milton Rezende
DIAGRAMAÇÃO: Ricardo A. O. Paixão
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura.
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segunda-feira, 11 de outubro de 2021
O JARDIM SIMULTÂNEO
Ao analisarmos a poesia de Milton Rezende
percebemos que a sensibilidade e a simplicidade são as chaves que permitem
penetrar no seu universo particular e único: um jeito diferente, especial e
todo próprio de captar a realidade e devolvê-la depois na forma de uma
interpretação bastante pessoal e diversa do senso comum, mas que complementa a
realidade com um elemento novo que geralmente nos escapa em nossa percepção do
cotidiano.
Não deve ser fácil a tarefa de estar o tempo
todo se confrontando consigo mesmo diante de um espelho perverso que reflete a
humanidade em seus momentos de grandeza e terrível desajuste de uma espécie
fadada ao aniquilamento, tal como se percebe neste novo volume de poemas “O
Jardim Simultâneo”.
Capa
comum: 130 páginas
Ano: 2013
ISBN: 978-85-66266-17-7
Idioma: Português
Preço e
onde comprar:
R$ 34,00 + 10,00 (frete dos correios) = 44,00. Direto com o
autor pelo e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br
Formas de
pagamento:
Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa
Federal) ou PIX
Sobre o
autor:
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de
Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”,
de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).
www.miltoncarlosrezende.com.br
domingo, 10 de outubro de 2021
UMA ESCADA QUE DESÁGUA NO SILÊNCIO
” Milton Rezende é um poeta do
desvelamento. Sua principal característica é enfrentar a objetividade ruidosa e
dispersa das coisas, da rotina, do comum e arrancar um sentido novo. Em Uma
Escada que Deságua no Silêncio, o objeto limado pelo autor é o território bruto
e confuso da memória.
Dessa forma, o autor evoca o aprofundamento aos temas básicos da condição
humana: a solidão, o amor e a morte. Embora recorrentes, é verdade, no caso de
Uma Escada que Deságua no Silêncio não pecam pela banalização ou gratuidade sentimentalista;
dialogam com emanações da memória de forma dialética e, por vezes, produzem
impasses. Nessa batalha o autor atinge o limite possível da expressão poética
encarnando densidade, conteúdo e tratamento estético conciso.”
FICHA
TÉCNICA:
EDITORA MULTIFOCO
Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.
EDITOR:
Marcos Vinicius Almeida
CAPA
Guilherme Peres
FOTO DO
AUTOR
R & A Foto e Vídeo
TEXTO DA
4ª CAPA
Carlos Águia
REVISÃO
Milton Rezende
DIAGRAMAÇÃO
Fernanda Hubacher
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e
inventário poético em Milton Rezende
de
Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).
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sábado, 9 de outubro de 2021
A SENTINELA EM FUGA E OUTRAS AUSÊNCIAS
“Agora
o autor se mostra por extremos: uma parte deste livro é de poemas, digamos,
antigos e a outra são os poemas mais recentes, escritos até o ano de 2006. Há
casos em que ocorre um intervalo de vinte anos. Mas existe uma unidade no livro
e essa unidade é o autor. Leia e comprove e faça essa viagem com ele,
retornando à origem das coisas e vindo até próximo dos dias atuais. Mas não
recue e nem avance muito. Se coloque no meio, no intervalo exato dessa poesia
que tanto surpreende. E a vida será sempre um pouco diferente: para mais ou
para menos, como se fosse uma estatística de sonhos e pesadelos
intermitentes”.
EDITORA MULTIFOCO
EDIÇÃO:
Marcos Vinícius
Almeida
REVISÃO:
Milton Rezende
FOTO DO AUTOR:
R & A Foto e
Vídeo
CAPA E DIAGRAMAÇÃO:
Guilherme Peres
APRESENTAÇÃO:
Dierval
CONTATO:
milton.rezende@yahoo.com.br
Milton
Rezende, poeta
e escritor, nasceu em Ervália (MG),
em 23 de setembro de 1962. Viveu parte da sua vida em Juiz de Fora (MG), onde
foi estudante de Letras na UFJF, depois morou e trabalhou em Varginha (MG).
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados.
Fortuna crítica: “Tempo
de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton
Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).
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sexta-feira, 8 de outubro de 2021
INVENTÁRIO DE SOMBRAS
“Em Inventário de Sombras, o poeta
Milton Rezende percorre um itinerário de perplexidade, sempre acompanhado de
seus temas básicos como a solidão e a morte. Entretanto parece haver agora uma
maior diversidade temática própria a um levantamento poético e existencial. São
poemas que se situam no limite do equilíbrio, naquela região de fronteira onde
se cruzam (e ao cruzarem se misturam nos poemas) a realidade, o enigma, a
melancolia, o acaso e o fragmentário. Ao mesmo tempo em que se procura manter
um nível de qualidade e lucidez em todas essas composições. A sombra do autor e
as suas imagens simbólicas se projetam sobre todo o volume como uma camada
densa, reflexiva e amargurada. Uma fotografia cujo negativo entremostra os
contornos de um homem totalmente envolvido pelo espectro do seu inventário
poético.“
FICHA
TÉCNICA:
EDITORA MULTIFOCO
Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.
REVISÃO
Milton Rezende
CAPA E DIAGRAMAÇÃO
Guilherme Peres
Inventário
de Sombras
REZENDE, Milton
1ª Edição
Janeriro de 2012
Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em
23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF.
Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em
prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em
diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina,
Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar,
Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta
do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.
Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e
inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux,
2015).
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