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quinta-feira, 1 de junho de 2023

COLETÂNEA CEMITERIAL



adquira o meu e-book "Coletânea Cemiterial", pela Kindle/Amazon por apenas 9,99.

Sinopse:
Trata-se de uma coletânea de diversos poemas que giram todos em torno dos cemitérios e seus mistérios. Daí seu caráter um tanto mórbido e ao mesmo tempo com um fator filosófico que permeia a escrita do autor Milton Rezende.
Para quem aprecia uma literatura meio clássica e meio gótica encoberta por um pano de fundo paranormal e sobrenatural, com seus rituais sombrios: assombrações, suicídios, necrofilia e loucuras do além túmulo, donde se pode perguntar: o que acontece em um cemitério? Como numa procissão macabra de pessoas e seres que entravam e saiam deste cemitério, vagando e perambulando em meio a podridão num ambiente lúgubre, cinzento e melancólico.
O autor desenvolve o tema numa linguagem enxuta, às vezes rebuscada, mas direta e podíamos até dizer um tanto clássica, apesar de ser intensa e sutil ao mesmo tempo que nos remete a autores como Augusto dos Anjos, Edgar Alan Poe e Lovecraft.
Saltando as grades deste cemitério podemos observar pessoas bêbadas, perdidas, extraviadas de si mesmas e que buscam como numa mágica desvendar os mistérios neste ambiente onde o hálito da morte com seus cheiros nauseabundos transmitem uma energia singular.
Neste ambiente escuro e chuvoso, triste e melancólico torna-se crucial, como num paradoxo de existir, onde ainda podemos encontrar flores, coqueiros e ninhos de pássaros agourentos ou não.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

A CASA IMPROVISADA

 

Eu achava que gostava de nadar, mas nunca aprendi e sempre afogava. Desisti. Passei a interessar-me por pescaria e ainda hoje, de vez em quando, gosto de pescar. Mas não sou bom pescador e não tenho nenhuma história pra contar, nem que seja de mentira. Resolvi então andar a cavalo e levei alguns tombos. Mudei de fase. Comecei a soltar pipas e papagaios e estou nessa até hoje, escrevendo e publicando livros presos a uma linha de barbante. Houve um tempo em que eu me imaginava compositor e não um poeta. Misturei tudo e acabei não sendo uma coisa nem outra, embora continue escrevendo. Ganhei um violão e com ele pensava conquistar o mundo, como tinham feito os Beatles, mas não passei dos primeiros acordes. Sempre fui e continuo sendo um idealista, embora tenha perdido todas as certezas ao longo do caminho. Reconheço que somos movidos a paixões, mas Sartre já advertia “que não é tarefa fácil amar alguém. É preciso ter uma energia, uma curiosidade, uma cegueira... há até um momento, bem no início, em que é preciso saltar por cima de um precipício: se refletimos, não o fazemos”. E ele conclui dizendo que nunca mais saltaria. Compete a nós a decisão e a escolha sobre todos esses pulos no escuro da vida. Em qualquer caso, resta-nos sempre a literatura.

                                                                ************

Capa comum: 126 páginas

Ano: 2019

ISBN: 978-85-5833-570-6

Idioma: português


Preço e onde comprar:

R$ 52,00 (incluindo o frete). Direto com o autor pelos e-mail:

milton.rezende@yahoo.com.br

 

Formas de pagamento: depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX    


Sobre o autor:  


Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br


domingo, 17 de outubro de 2021

MAIS UMA XÍCARA DE CAFÉ (one more cup of coffee)


 

“Trata-se de notas e apontamentos, sequenciados no tempo e no espaço, numa prosa de ficção ou prosa poética em que o autor se revela nas ascensões e quedas cotidianas, próprias ao ser humano quando este se encontra imerso num caos emocional onde tudo se dissolve e mistura.
Aqui não se encontra um enredo definido ou, dito de outra forma, o enredo é a própria vida do narrador que vai se delineando, se desdobrando e sofrendo as inflexões específicas e contraditórias da sua sensibilidade. “

                                               Capa comum: 204 páginas

                                               Ano: 2017

                                               ISBN: 978-85-5833-273-6

                                               Idioma: Português

 

Preço e onde comprar:

R$ 36,00 + 10,00 (frete dos correios) = 46,00. Direto com o autor pelos e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br

Formas de pagamento:

Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX

  

Sobre o autor:

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

 

 

 

sábado, 16 de outubro de 2021

A MAGIA E A ARTE DOS CEMITÉRIOS


  “O autor deste livro realizou, a meu ver, uma curiosa e estranha síntese da inteligência e do obscurantismo. Foi a impressão que me ficou e veio de chofre. Admirei a inteligência e, ao mesmo tempo, o obscurantismo na elaboração do tema que às vezes resvala para o pitoresco, o macabro e as significações ocultas. É um assunto interessante, sem dúvida, mas cheio de dificuldades e armadilhas para o pesquisador mais afoito. No entanto, o autor – não sendo um professor, teórico ou acadêmico – consegue a proeza de contornar os obstáculos com a maestria de um poeta.

Por que escrever sobre a morte, os cemitérios e as suas paisagens desoladas de cruzes e sepulturas? Simplesmente porque alguém tem que fazê-lo. E há, naturalmente, toda a magia e um grande mistério envolvendo o assunto. Não dá mesmo para fugir dele, contornar, fingir que não existe. Acontece todos os dias e com todas as pessoas: a realidade e a presença da morte estão sempre aí, desafiando os nossos medos e a nossa compreensão da vida.
E há também a arte tumular, secular maneira de prestar homenagem aos entes queridos que se foram. De onde vem isso? O livro tenta responder a questão e, para tanto, procura diversas abordagens possíveis num elenco de inesgotáveis possibilidades: cultural, artística, histórica, psicológica, sociológica, antropológica, religiosa, filosófica e existencial. Há de tudo aqui, numa mistura multidisciplinar de permanente diálogo entre as vertentes do pensamento. “

 

                                                   Capa comum: 220 páginas

                                                   Ano: 2014

                                                     ISBN: 978-85-8406-0047

                                                   Idioma: Português

 

Preço e onde comprar:

R$ 55,00 (incluindo o frete). Direto com o autor pelo e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br

Formas de pagamento:

Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX

Sobre o autor:

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

TEXTOS E ENSAIOS


 

 “Textos e Ensaios” tendo como apêndice “Pensamentos de Juventude” são, como o próprio nome diz, textos, ensaios e pensamentos escritos entre os anos de 1979 a 2011, na juventude e na vida adulta do autor e publicados em formato livro no ano de 2012, através da Editora Multifoco.
Antes, em sua grande maioria, eles já haviam sido publicados em jornais, revistas, blogs e sites de literatura pelo Brasil afora, adentrando mundos na treva espessa.
Há uma certa temporalidade e urgência nestes escritos, mas as datas soam como referências e não chegam a ser datadas no sentido de perderem a validade argumentativa do debate.
São questões que indagamos sempre mesmo que não se tenha explicações ou definições plausíveis. Na pior das hipóteses são exercícios feitos em prosa no meio do vazio e do sem-sentido da existência humana. A lua escura sabe.“

 

FICHA TÉCNICA:

EDITORA MULTIFOCO

Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.

 

EDIÇÃO

Marcos Vinícius Almeida

APRESENTAÇÃO

Outro Silva

REVISÃO

Milton Rezende

CAPA E DIAGRAMAÇÃO

Guilherme Peres

CONTATO

milton.rezende@yahoo.com.br

 

Textos e Ensaios

REZENDE, Milton

 

1ª Edição

Abril de 2012

ISBN: 978-85-7961-823-9

 

 

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

DE SÃO SEBASTIÃO DOS AFLITOS A ERVÁLIA - UMA INTRODUÇÃO


 

“Milton Rezende, 44, ervalense, depois de muito pesquisar e após dois anos de trabalho ininterrupto concluiu e agora publica o 1º livro sobre a história de Ervália, município situado na Zona da Mata Mineira.
Trata-se de um ensaio histórico/literário amplamente ilustrado com fotos, quadros, desenhos, mapas, croquis e que, ao longo de suas 300 páginas, traça um painel abrangente (ainda que introdutório) de sua terra natal desde os seus primórdios, no século XVII até os dias atuais.
O livro, que traz a apresentação do poeta e tradutor Ivo Barroso, também filho da terra, conta ainda com o patrocínio da prefeitura local e de duas empresas sediadas em Santa Catarina – SC e pertencentes aos irmãos, Gilmar e José Élson, eles também ervalenses de nascimento e coração.
O autor já publicou quatro livros de poemas: O Acaso das Manhãs, Areia (À Fragmentação da Pedra), Inventário de Sombras e A Sentinela em Fuga e Outras Ausências e esta é a sua primeira incursão pela prosa.
A presente obra encontra-se dividida em capítulos, anexos, iconografia, apêndice e faz referências ao folclore local e seus personagens inesquecíveis. Mescla passado e presente e tenta projetar o futuro, numa permanente busca de uma síntese meio que impossível, mas que é continuamente tentada pelos homens.
Neste livro encontra-se ainda uma pequena antologia de poemas sobre Ervália e escritos por autores ervalenses de diferentes épocas e estilos. Há também letras de música e o vento que sopra do Monumento ao Santo Cristo, numa coreografia de coqueiros.“

            

Capa comum: 300 páginas

                                                       Ano: 2006

                                                       ISBN: 85-98026-09-03

                                                       Idioma: Português

                                                          Editora; Templo

 

Preço e onde comprar:

R$ 55,00 (frete incluso). Direto com o autor pelos e-mails: milton.rezende@yahoo.com.br

Formas de pagamento:

Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX

Sobre o autor:

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

                            www.miltoncarlosrezende.com.br

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 12 de outubro de 2021

UM ANDARILHO DENTRO DE CASA


 

Milton Rezende expressa na sua poesia os lados latentes do seu espírito, o qual não encontraria outros caminhos para existir, a não ser quando revelados em sua forma pura, desnudada pelas palavras. O raciocínio poético utilizado por Milton não joga demasiadamente com as palavras, pelo contrário, diz exatamente o que se intenta entender nos primeiros contatos com sua poesia. Milton diz da dificuldade em conciliar seus paradigmas de homem rural com as novas ideias propagadas por uma juventude que pensa entender de tudo. Por este olhar, o poeta afirma ter preferência por sua sabedoria pragmática, ainda que ela seja de fato exposta a fraudulência. No poema “Alzheimer preventivo” o poeta desabafa o peso que sente pelo julgamento externo, e encontra na transfiguração dos seus sentimentos para as palavras o refúgio contra a maldade dos homens. Já em “Medo de...de/decair” o tema da morte faz-se presente na convicção de que o fim do ser é a ausência de dor, e também de que o homem não deve lutar contra o poder impositivo da morte, ainda mais quando é ela o anestésico contra a dolorosa vida. Os temas para este escritor são diversos e sempre expostos sem mascaramento pela escolha de palavras simples com poder de formar sua narrativa poética sem o comprometimento de seu entendimento.

 

“1986 – 2016: trinta anos da poesia andarilha de Milton Rezende. Um marco e ao mesmo tempo um desafio. Como seguir adiante sob o peso destes dez livros publicados? Uma vida se transcorreu nesse intervalo debaixo da chuva ou em dias de sol, mas, na verdade, ao pé da letra, não se saiu muito do lugar de onde se começou a andar, em círculos concêntricos de perplexidade. A literatura é cíclica e ainda hoje nos convida a seguir as mesmas trilhas com as questões que nos motivaram. O negócio é seguir caminhando, andarilho sem causa, à beira do caminho, no meio dos atalhos de pedra e de sonhos. “

 

FICHA TÉCNICA:

EDITORA PENALUX: Guaratinguetá – SP

EDIÇÃO: França & Gory

REVISÃO: Francisco de Assis Campos; Maria José Rezende Campos

CONCEPÇÃO DE CAPA E CONTRACAPA: Milton Rezende

DIAGRAMAÇÃO: Ricardo A. O. Paixão

 

 

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura.

 

                                        www.miltoncarlosrezende.com.br

 

 

 

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

O JARDIM SIMULTÂNEO


 

Ao analisarmos a poesia de Milton Rezende percebemos que a sensibilidade e a simplicidade são as chaves que permitem penetrar no seu universo particular e único: um jeito diferente, especial e todo próprio de captar a realidade e devolvê-la depois na forma de uma interpretação bastante pessoal e diversa do senso comum, mas que complementa a realidade com um elemento novo que geralmente nos escapa em nossa percepção do cotidiano.
Não deve ser fácil a tarefa de estar o tempo todo se confrontando consigo mesmo diante de um espelho perverso que reflete a humanidade em seus momentos de grandeza e terrível desajuste de uma espécie fadada ao aniquilamento, tal como se percebe neste novo volume de poemas “O Jardim Simultâneo”. 

 

                                               Capa comum: 130 páginas

                                               Ano: 2013

                                               ISBN: 978-85-66266-17-7

                                               Idioma: Português

 

Preço e onde comprar:

R$ 34,00 + 10,00 (frete dos correios) = 44,00. Direto com o autor pelo e-mail: milton.rezende@yahoo.com.br

Formas de pagamento:

Depósito e transferência bancária (Banco do Brasil e Caixa Federal) ou PIX 

Sobre o autor:

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

 

 

domingo, 10 de outubro de 2021

UMA ESCADA QUE DESÁGUA NO SILÊNCIO


 

” Milton Rezende é um poeta do desvelamento. Sua principal característica é enfrentar a objetividade ruidosa e dispersa das coisas, da rotina, do comum e arrancar um sentido novo. Em Uma Escada que Deságua no Silêncio, o objeto limado pelo autor é o território bruto e confuso da memória.
Dessa forma, o autor evoca o aprofundamento aos temas básicos da condição humana: a solidão, o amor e a morte. Embora recorrentes, é verdade, no caso de Uma Escada que Deságua no Silêncio não pecam pela banalização ou gratuidade sentimentalista; dialogam com emanações da memória de forma dialética e, por vezes, produzem impasses. Nessa batalha o autor atinge o limite possível da expressão poética encarnando densidade, conteúdo e tratamento estético conciso.”

FICHA TÉCNICA:

EDITORA MULTIFOCO

Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.

EDITOR:

Marcos Vinicius Almeida

CAPA

Guilherme Peres

FOTO DO AUTOR

R & A Foto e Vídeo

TEXTO DA 4ª CAPA

Carlos Águia

REVISÃO

Milton Rezende

DIAGRAMAÇÃO

Fernanda Hubacher

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende

                                          de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br

 

sábado, 9 de outubro de 2021

A SENTINELA EM FUGA E OUTRAS AUSÊNCIAS


 

“Agora o autor se mostra por extremos: uma parte deste livro é de poemas, digamos, antigos e a outra são os poemas mais recentes, escritos até o ano de 2006. Há casos em que ocorre um intervalo de vinte anos. Mas existe uma unidade no livro e essa unidade é o autor. Leia e comprove e faça essa viagem com ele, retornando à origem das coisas e vindo até próximo dos dias atuais. Mas não recue e nem avance muito. Se coloque no meio, no intervalo exato dessa poesia que tanto surpreende. E a vida será sempre um pouco diferente: para mais ou para menos, como se fosse uma estatística de sonhos e pesadelos intermitentes”. 


EDITORA MULTIFOCO

 

EDIÇÃO:

Marcos Vinícius Almeida

REVISÃO:

Milton Rezende

FOTO DO AUTOR:

R & A Foto e Vídeo

CAPA E DIAGRAMAÇÃO:

Guilherme Peres

APRESENTAÇÃO:

Dierval

 

CONTATO:

milton.rezende@yahoo.com.br  

 

Milton Rezende, poeta e escritor, nasceu em Ervália (MG), em 23 de setembro de 1962. Viveu parte da sua vida em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF, depois morou e trabalhou em Varginha (MG). Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados.

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

www.miltoncarlosrezende.com.br

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

INVENTÁRIO DE SOMBRAS


 

     “Em Inventário de Sombras, o poeta Milton Rezende percorre um itinerário de perplexidade, sempre acompanhado de seus temas básicos como a solidão e a morte. Entretanto parece haver agora uma maior diversidade temática própria a um levantamento poético e existencial. São poemas que se situam no limite do equilíbrio, naquela região de fronteira onde se cruzam (e ao cruzarem se misturam nos poemas) a realidade, o enigma, a melancolia, o acaso e o fragmentário. Ao mesmo tempo em que se procura manter um nível de qualidade e lucidez em todas essas composições. A sombra do autor e as suas imagens simbólicas se projetam sobre todo o volume como uma camada densa, reflexiva e amargurada. Uma fotografia cujo negativo entremostra os contornos de um homem totalmente envolvido pelo espectro do seu inventário poético.“

 

FICHA TÉCNICA:

EDITORA MULTIFOCO

Simmer & Amorim Edição e Comunicação Ltda.

 

REVISÃO

Milton Rezende

CAPA E DIAGRAMAÇÃO

Guilherme Peres

 

Inventário de Sombras

REZENDE, Milton

1ª Edição

Janeriro de 2012

 

Milton Rezende nasceu em Ervália (MG), em 23/09/1962. Viveu em Juiz de Fora (MG), onde foi estudante de Letras na UFJF. Funcionário público aposentado, atualmente reside em Campinas (SP). Escreve em prosa e poesia e sua obra consiste de doze livros publicados. Colaborações em diversos blogs, revistas, jornais e sites de literatura, tais como: Germina, Alagunas, Subversa, Jornal de Poesia, O Bule, Poesia para Todos, Palpitar, Gotas de poesia e Outras essências, Portal Literal, Recanto das Letras, Gaveta do Ivo, Contos Cabulosos e Cronópios.

 

Fortuna crítica: “Tempo de Poesia: Intertextualidade, heteronímia e inventário poético em Milton Rezende”, de Maria José Rezende Campos (Penalux, 2015).

 

www.miltoncarlosrezende.com.br